o que é o Covid-19 ?

Factos e dados reais sem sensacionalismo nem favorecimento do desgoverno

o que é um vírus ?

Um vírus é uma subforma de vida que não tem todos os componentes necessários para sobreviver, pelo que precisa de entrar em contacto com células de outros seres vivos para que possa se multiplicar.

o que são os coronavírus ?

“Os coronavírus são um grupo de vírus que podem causar infecções nas pessoas. Normalmente estas infecções estão associadas ao sistema respiratório, podendo ser parecidas a uma gripe comum ou evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia.
COVID-19 é o nome atribuído pela OMS, à doença provocada pelo novo coronavírus, que pode causar infecção respiratória grave como a pneumonia.(…)”
1 – DGS

o que é o SARS-COV-2 COVID-19 ?

SARS-CoV-2 é o nome do novo coronavírus que significa “síndrome respiratória aguda grave – coronavírus 2”.
A COVID-19 é a doença que é provocada pela infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

1 – DGS

existem várias estirpes deste vírus ?

Sim, este tipo de vírus existe há milhares de milhões de anos na natureza evoluindo de forma a conseguir infectar mais seres vivos. De momento a estirpe que está a ser combatida é a SARS COV 2 mas existem dentro desta denominação algumas diferenças.

O que sabemos também é que quando uma pessoa ganhar imunidade uma destas estirpes, dificilmente irá voltar a contrair um tipo de coronavírus durante os próximos anos, até que surjam novas mutações.

Já aconteceu algum surto com coronavírus em anos anteriores?

“Sim. Em anos anteriores foram identificados alguns coronavírus que provocaram surtos e infecções respiratórias graves em humanos.”Mais recentemente os surtos de SARS e MERS.

1 – DGS

E como foram tratadas as anteriores situações (SARS, MERS, H1N1)?

Simplesmente foram vigiadas pelas autoridades de saúde para que o vírus não se propagasse por todo o planeta e foi permitido que a imunidade de grupo resolve-se a situação.

Na maioria dos países houve vários alertas que reportavam a possibilidade de taxas de mortalidade altas, contudo apesar de ter sido aconselhado á população algum distanciamento social em especial a população de grupos de risco, como em casos anteriores, na grande maioria dos países, foi: tomada uma acção de monitorização, acompanhada pela criação de planos de ação na população atingida, bem como a aquisição de material médico.

Resultados de testes posteriores a estas crises indicaram que milhões em todo o mundo tinham contraído esta doença, e que na sua grande maioria eram assintomáticos ou com poucos sintomas.

No final de todas estas crises os nossos políticos em todo o mundo vangloriaram-se pelas suas respostas debeis, e fizeram promessas em melhorar o sistema de saúde. As promessa não passaram disso…

Tal como aconteceu em Portugal o investimento na área da saúde continuou na mesma, apesar de cientistas e epidemiologistas terem feito diversos avisos de que iriam surgir novos surtos e que era imperativo haver planeamento de como se combater este tipo de crises.

Ora então, chegou agora a pandemia anunciada, e estranhamente ou não, quase nenhum estado criou planos de ação para se proteger deste tipo de vírus.

Será que o SARS COV 2 tem uma taxa de mortalidade superior aos vírus respiratórios dos últimos 20 anos ?

Aparentemente sim, mas vamos deixar a futurologia para a Maya, e para o presidente da republica das bananas,

Não nos é possível saber ao certo a taxa de mortalidade sem testar toda a população.

Para podermos ter certezas sobre a taxa de mortalidade deste vírus é necessário sabermos quantas pessoas foram infectadas, o que sabemos, é que mais de cinquenta por cento dos infectados não tiveram quaisquer sintomas.

Para podermos ter certezas sobre a taxa de mortalidade deste vírus temos de realizar testes de imunidade, os quais, de momento apenas estão a ser realizados em pequenas amostras da sociedade. Em Portugal ainda não começaram sequer a ser realizados.

Estes testes de imunidade permitem saber o número de pessoas que já tem anticorpos, ou seja quantos contraíram a doença, e cujos organismo criaram defesas autonomamente , e só ao sabermos o verdadeiro número de pessoas infectadas poderemos aferir a taxa de mortalidade.

Para além disso é necessário ter a compreensão que quantas mortes foram realmente devidas ao COVID-19 e quantas pessoas morreram de outros problemas de saúde mas que testaram positivo ao novo coronavírus.

Achatar a curva ? O que significa esta expressão mágica ?
E porque está a ser usada para beneficiar os ricos ?

A palavra de ordem nos planos de ação dos governos tem sido o chamado achatar a curva, a curva a que se referem é o número de pessoas a necessitar de cuidados urgentes por parte do SNS, e a razão pela qual é necessário reduzir o número de pessoas a necessitar de cuidados urgentes é devido a incompetência, aliás, devido a negligência dos governos, por não investir o suficiente em saúde, e não estarem preparados para um vírus de tamanha (pequena) magnitude.

Achatar a curva através de medidas como a prisão domiciliária ou como dizem nos jornais, o distanciamento social foi a resposta escolhida pela maioria (mas não todos) os governos, quais os efeitos e consequências desta decisão?

Muito simplesmente, estas medidas, empurram os efeitos do vírus para o futuro, e em vez de haver um pico mais alto de pessoas a necessitar de apoio médico num curto espaço de tempo, o que acontece, é que o vírus se vai propagar pela população mais lentamente, possibilitando aos hospitais que já estavam no limite, dar suporte aos que necessitam de apoio médico.

Contudo, de acordo com vários especialistas na matéria, como o Dr. Knut Wittkowski e Dr David Katz, quando estas medidas são tomadas com a agressividade que os governos estão a impor, faz com que não seja possível ser criada a imunidade de grupo. Imunidade de grupo que é essencial como diz a OMS para ultrapassar qualquer doença respiratória.
2- Dr. Knut Wittkowski e Dr David Katz

A prisão domiciliária significa que vamos ter várias vagas de coronavírus no futuro, o que irá pôr em maior perigo os grupos de risco, isto porque os governos, apesar de se mostrarem preocupados agora, não vão investir o dinheiro necessário na saúde. Quanto mais vagas do vírus houver, maior o perigo para as pessoas que fazem parte dos grupos de risco.

Não queremos dizer com isto que o distanciamento social seja algo completamente inútil, para as pessoas que se inserem nos grupos de risco, é uma acção importante, mas para o resto da população não é uma solução, especialmente se tivermos em conta, a forma como está a ser aplicado, e que se materializa na destruição da nossa sociedade.

Achatar a curva é uma expressão que parece bem, dá a sensação que devemos abdicar de certas coisas em nome de um bem maior.

Significa ainda que em nome da negligência dos governos no desinvestimento em saúde, é necessário garantir que o número de pessoas a necessitar de cuidados hospitalares é inferior á capacidade do estádio do Jamor, pois 34.000 é a lotação do SNS.

Achatar a curva significa ainda que enquanto criamos uma curva exponencial de pessoas que vão ficar sem emprego, sem casa, sem comida.

O que é o efeito da imunidade de grupo ?

Imunidade de grupo é um estado no qual a maioria da população já contraiu o vírus, as pessoas já tem defesas no seu sistema imunitário para o combater, e por consequência já não o irão transmitir às pessoas em seu redor.

Normalmente este efeito é assegurado através das pessoas mais jovens e activas da sociedade que ao interagirem, transmitem o vírus entre si, e visto que o sistema imunitário das populações jovens consegue ultrapassar o vírus mais depressa, e com menos complicações que as pessoas mais idosas, consegue-se impedir que o vírus se propague para as populações de risco.

Infelizmente, hoje em dia, o que vemos são as crianças confinadas às suas casas enquanto que a população mais idosa continua a deslocar-se nas ruas, sujeita a contrair o vírus, sem medidas por parte de os governos que os protejam e assegurem os seus bens essenciais sem se deslocarem.

Há que notar que durante os 100.000 anos de história humana, já ultrapassamos vários tipos de vírus respiratórios, através das ferramentas que a natureza nos deu, ao equipar-nos com a capacidade de nos adaptarmos e combatermos diferentes tipos vírus.

Nos dias de hoje, não estamos a deixar que esta solução ocorra ao tentar arranjar formas alternativas às que a natureza nos deu para combatermos esses eventos.

Então e as Vacinas ?

A imunidade de grupo não é só criada através da contração da doença. Doenças mais graves como por exemplo o sarampo e varíola, estão a ser erradicadas do mundo através da vacinação generalizada das população.

Contudo a criação de vacinas é um processo longo e que tem de ser avaliado com os mais altos padrões de qualidade pois os efeitos secundários podem ser catastróficos.

Contudo, para os anteriores coronavírus SARS e MERS, NUNCA foi possível criar uma vacina, mesmo para a gripe sazonal, as vacinas existentes apenas reduzem o risco de contrair a doença entre 40% a 60%.

Bem podem continuar a rezar…

As estimativas mais otimistas indicam que poderemos ter uma vacina daqui a um ou dois anos.

Estamos realmente com vontade de ficar enjaulados durante um a dois anos?

Só espero que as vacinas do dr bill gates tenham menos bugs que o Windows.

O Covid-19 é mais famoso que o Ronaldo ?

O que sabemos por certo é que esta é a doença com maior relevância nos media desde sempre. O teste simples é ver o número de resultados que obtemos ao fazer a pesquisa do termo “coronavírus” no google:

2.200.000.000 de resultados
Sao 2.2 mil milhões

Enquanto que se combinarmos o número de respostas às pesquisas de SIDA, Diabetes, gripe e obesidade não conseguimos chegar a tantos resultados.

Vivemos num tempo da nossa história em que somos cercados de notícias e opiniões por todos os lados e nem sempre é fácil saber navegar entre tanta informação, e como é normal quando uma pessoa não consegue compreender o que se passa à sua volta mais depressa entra em estado de pânico.

Porque os números são diferentes em diferentes países ?

As notícias continuam a bombardear-nos com a ideia que temos de fazer tudo o que eles mandam para que não nos aconteça o mesmo que aconteceu em Espanha, Itália ou o que está a acontecer em Nova Iorque.

A verdade, é que os números são diferentes em diferentes países porque os países têm diferentes dinâmicas, número de população envelhecida, e nem todos usam o mesmo método para testar ou critério para contagem.

É claro que olhamos para os números de pessoas a morrer em Itália e podemos ficar assustados, mas o que os jornais não dizem, e que em Itália em 2019 morreram 600.000 pessoas, são 50.000 mortes por mês e 1.640 pessoas a morrer todos os dias.

Em Portugal morreram em 2019: 111.757 pessoas, sensivelmente 9.110 por mês, aproximadamente 306 por dia.
3.INE

BREVE NOTA DA REDAÇÃO:

Mortes por dia em Portugal 2019: 300
Mortes em Portugal em dois meses de COVID 2020: 550

#Virusdahisteria #VirusDoMedo #PandemiadeAcéfalos #DesgovernoDeFantoches

Em Nova Iorque o facto de as pessoas viverem muito concentradas é o facto que acelera a propagação do vírus.

Espanha e Itália desvalorizaram o vírus durante quase um mês, não criando infraestruturas de resposta para poder salvar as vidas dos doentes que estivessem em pior situação. Em Itália no período inicial foram admitidos para os hospitais muitas pessoas com o vírus mas com poucos sintomas visto que não havia planeamento eficaz, o que levou a que quando houvesse pacientes em estados urgentes fosse impossível de os tratar em condições, e esta má decisão do governo italiano contribuiu para que o vírus se tenha propagado pelos hospitais, para pessoas que não tinham o vírus e entre profissionais de saúde.

Não se pode comparar Portugal com Itália, nem com Espanha, tal como não se pode comparar as pessoas que fazem parte deste desgoverno com pessoas sérias.

Recomendações de saúde

Este artigo não pretende servir como uma aconselhamento médico, e caso tenham sintomas devem contactar as autoridades de saúde.

Experimentem ligar para a linha de Saúde 24, e dizer que não têm 40 graus de febre ao atendedor automático, e ficar 40 á minutos a espera de um profissional de saúde, que vos vai dizer para ficar em casa, porque os testes só são feitos a quem tem febre.

Fiquem a saber também que de acordo com os dados da DGS menos de 50% das pessoas que testaram positivo para o vírus tiveram febre.
4-Febre não é sintoma de covid-19

O mundo pós-covid

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