Terça-feira, 12 de Maio 2020

 

ao MICROSCÓPIO

DGS promove violência contra as crianças

 

Quem o diz é a Associação de Profissionais de Educação de Infância (APEI). Após o governo ignorar a recomendação unanime do Conselho Nacional de Saúde Pública (CNSP) de manter as escolas abertas a 11 de Março, desta vez a DGS, atingiu o nível máximo de incompetência, a questão que deixamos no ar é: qual o limite de medidas ridículas que a população está disposta a aceitar? 

Manter uma distância física de dois metros entre cada criança e impedir que possam interagir entre si, evitar o toque em superfícies, dispor mesas em linha ou crianças colocadas de costas umas para as outras, evitar a partilha de brinquedos e outros objetos, ter adultos de referência (educadoras e auxiliares), com os quais as crianças mantêm vínculos profundos, a usar máscaras, são medidas reveladoras de um desconhecimento sobre a realidade do trabalho educativo em creche e sobre o desenvolvimento das crianças com menos de três anos

“Aprisionar crianças em mesas, espreguiçadeiras ou parques é violentar a criança na sua progressiva autonomia e no seu processo de desenvolvimento, que se promove na exploração do espaço, dos materiais e da sua relação com os outros (crianças e adultos).”

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Temos que ouvir os cientistas !

 

Diz Tó Costa quando lhe dá jeito, mas quando os cientistas lhe dizem que é um risco tirar a mascara para falar, ele não ouve, conspurcando toda a assembleia com os seus fluídos.

Ao falarmos devemos sempre usar máscara pois é o momento em que existe maior probabilidade de infetar os outros. “Quem não o fizer é estupido, irresponsável e um perigo para a sociedade” – disse um cientista que prefere manter-se anónimo.

Segue o baile de máscaras

Enquanto uns devem manter o distanciamento social e usar máscaras, Tó Costa segue em campanha eleitoral, passeou pelas ruas do Porto não cumprindo o distanciamento social e sem máscara. Sabemos ainda que o Primeiro Ministro entrou numa loja de roupa interior, há quem diga que o fez por necessidade após borrar todas as cuecas nas ultimas semanas.

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a mascarilha do Zorro português vai caindo aos poucos

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Aos poucos António Costa vai preparando uma fatura avultada para pagar as péssimas medidas tomadas pelo seu governo, desde a recapitalização da banca, aos layoffs, a prisão domiciliária de pessoas inferiores a 40 anos, dica, quem vai pagar são os contribuintes.

No início declarou que não haveria austeridade, depois disse que não podia garantir, a meio negou falar sobre esse tema, agora já diz que terá de ser com o esforço de todos. O esforço de todos leia-se todos que não ele, e a sua familia.

“Eu não sabia” – Disse António Costa sobre os 800 milhões de euros. 

Entretanto voam milhões em direção aos buracos do Novo banco e dos contractos por ajustes directos. Isto enquanto as pequenas e médias empresas que pediram ajuda ao estado continuam sem as receber ou a ter de ultrapassar as barreiras da burocracia nas linhas de crédito, ou como o atraso a 30% empresas que pediram lay-off.

Mais tarde ou mais cedo vamos sentir as consequências das medidas feitas para agradar o eleitorado no facebook, as consequências de um país de hipócritas que quis ficar em casa a ver Netflix, partilhando notícias apocalípticas, um país comandado por fantoches, em que os acéfalos se preocupam mais com futebol e o big brother do que em criar uma vida melhor. 

Amanhã há mais

 

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